As maravilhas de trabalhar em casa!

6.12.13
Hoje foi um daqueles dias em que o trabalho se misturou com a família mais que o habitual. A mais nova  doente, ficou em casa e foi preciso alternar o cuidar com o preparar. Amanhã é dia de Oficina de Presentes de Natal  e hoje foi dia de preparar o material que vamos usar, cortar as suculentas, as aromáticas, rever a check list para que não falte nada. Mas também de verificar a temperatura, fazer comidinha especial e dar colinho.
E no meio desta azáfama lembrei-me do post da Silvia Silva sobre as maravilhas de trabalhar em casa e no qual me reconheço também.

..."O trabalho não tem um início e um fim, mistura-se com a vida pessoal e familiar.Os intervalos no trabalho são usados para ir ao supermercado, colocar roupa a lavar, etc.
Quando os nossos filhos ficam doentes, parece que ficamos com eles em casa, mas não é verdade, trazemos as crianças para o escritório.
Quando temos muito trabalho atrasado sentimo-nos mal se não trabalharmos de noite.
O trabalho junta-se com as tarefas domésticas que estão por fazer, e achamos que temos de tratar de tudo ao mesmo tempo."...

E também me reconheço nestas palavras:
..."Mas nem tudo é mau, sabemos bem que sim, não há nada melhor do que poder estar em casa quando chove, no meu caso que vivo numa casa bem confortável, o meu local de trabalho beneficia desse conforto (aquecimento central, música, comida à mão). E há toda a questão do dinheiro que se poupa em deslocações, em comida e no caso dos trabalhadores independentes do aluguer de um escritório.Não penso mudar esta condição tão cedo, mas por vezes dou por mim a perceber que já não sei onde é a linha onde tudo começa e acaba."...

Na agitação há sempre quem encontre espaço para descansar e aproveitar o sol da tarde! ;)





2 comentários:

  1. Iato é tanto o que eu gostava para mim...

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  2. Olá Zé, gostei do teu post que me fez lembrar todos esses anos a trabalhar em casa, uns 18 talvez, e dos quais nunca me arrependi. Os meus bambinos já são grandes, com 30 e 27, e hoje vivemos em vários pontos do mundo, praticamente sem nos vermos; o elo que nos une é tão profundo que ultrapassa a necessidade duma presença física. Nunca imaginei que uma mãe pudesse viver assim, sem tristeza, sem vazio de não poder estar com os filhos; mas parece que tudo o que recebemos uns dos outros enquanto foram/fomos crescendo, continua vivo dentro de nós. Vale a pena, em cada segundo :) Beijo grande
    Isabelle

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